Constância

  • Constância

Constância

Cidade ribeirinha na confluência do rio Tejo com o rio Zêzere, tem um casario branco, harmonioso, morro abaixo que com as suas ruas estreitas termina branco estende-se ao longo do morro, terminando nas praias límpidas envolvidas por chorões.

O centro – núcleo aprazível – tem praça com pelourinho e cafés. As fachadas das casas são criativas e desiguais com hortas ou jardins adjacentes. A poesia de Camões e a sua estátua lembram-nos que o poeta terá conhecido bem, Punhete, seu nome primitivo. A igreja da Misericórdia, a casa do Relógio, as escadarias, a antiga prisão, as marcas das inundações, o traçado das ruas, o lajedo, o sossego e a vista a cada esquina sobre o Tejo são o que mais nos encanta no local.

No domingo seguinte á Páscoa, lá temos as ruas engalanadas por flores que chamam á procissão dos barcos no tempo em que se vivia da pesca, comércio e transporte fluvial.

No cimo do morro, a igreja matriz é imponente quer no interior quer no largo sobranceiro aos meandros do Tejo. Visite e vai gostar. É mesmo simpática.